Seguro de danos a terceiros no automóvel: como funciona?

Saiba como funciona o seguro de danos a terceiros no seu seguro de automóvel!

A cobertura de danos a terceiros é tão importante quanto a proteção do seu próprio veículo no seguro de automóvel. Quem já precisou usar sabe o quanto ela ajuda a economizar quando, por acidente, batemos no carro de outra pessoa. Pensando nisso escrevemos este artigo explicando como funciona 1) a cobertura de danos a terceiros dentro do seguro de automóvel compreensivo (“total”) e 2) o seguro somente de terceiros.

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Abaixo você confere o passo a passo . Se tiver dúvidas, escreva nos comentários para podermos ajudá-lo! Aproveite também para pedir sua cotação de seguro conosco.

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Vídeos sobre cobertura de terceiros
para causadores e vítimas

Antes de começarmos este post, gostaria de deixar a dica de dois vídeos nossos sobre este assunto. Se não quiser assistir, basta continuar lendo o texto ;)

Cobertura de terceiros: 10 principais dúvidas dos SEGURADOS-CAUSADORES

Cobertura de terceiros: 10 principais dúvidas das VÍTIMAS

Como funciona o seguro de danos a terceiros?

O seguro de danos a terceiros pode ser 1) uma cobertura opcional dentro do seguro total, ou seja, quando você vai contratar o seguro para seu carro você escolhe qual cobertura quer para danos a terceiros ou 2) um seguro específico somente para danos a terceiros, com cobertura única e exclusiva para este tipo de dano.

Abaixo explicamos os tipos de cobertura de danos a terceiro e como funciona o pagamento da indenização caso precise usar. As informações valem tanto para a cobertura de terceiros do seguro total quanto para o seguro somente de terceiros.

Tipos de danos a terceiros no seguro de automóvel

Os danos a terceiros podem ser de dois tipos:

  • Danos Materiais: Chamada de “RCF-V Material” esta cobertura garante que se o motorista segurado acidentalmente colidir com outro veículo, objeto ou local de propriedade de outra pessoa, a seguradora cobrirá os prejuízos até o limite máximo contratado na apólice;
  • Danos corporais: Chamada de “RCF-V* Corporal” esta cobertura garante que se o motorista segurado acidentalmente atingir uma pessoa, por exemplo pedestre ou ciclista causando um atropelamento, a seguradora cobrirá prejuízos até o limite máximo contratado na apólice.

*RCF-V quer dizer “Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos”.

A cobertura mínima aceita pelas companhias em ambos os tipos é de R$50.000, mas particularmente recomendamos sempre um mínimo de R$100.000. A diferença no preço do seguro costuma ser pouca e lhe garantirá uma proteção muito maior.

No caso dos danos materiais é importante pensar no risco de engavetamentos, que poderá lhe tornar responsável pelos prejuízos de diversos carros; risco de colisão com carros importados e de alto valor; risco de colidir com estabelecimentos ou bens como postes (acreditem, postes custam caro). Tudo isso pode parecer improvável, mas são riscos mais comuns do que se imagina. Portanto considere sempre a opção de $100.000 ou mais para cobertura de danos materiais a terceiros.

Já para danos corporais é ainda mais importante considerar um valor cobertura mais alto. No caso de lesão corporal ou morte de terceiro no trânsito, a indenização a ser paga pode facilmente ser exorbitante. Por isso é fundamental contratar uma cobertura de danos corporais a terceiros de valor significativo. $100.000 é apenas um bom começo, mas se puder considere cobertura ainda maior para este risco.

Cobertura de danos a terceiros não tem franquia

Não há franquia para a cobertura de terceiros. As seguradoras costumam prever franquia de terceiros somente para veículos do tipo ambulância, viaturas policiais e carros forte – o que muito provavelmente não é o caso de você que está lendo este post. Para veículos “normais”, inclusive motos e caminhões, os contratos de seguro não preveem franquia para terceiros.

Isso significa que se você acionar sua cobertura de terceiros para a vítima, não terá nenhum outro custo além do preço já pago pelo seguro. Você apenas perderá uma classe de bônus na renovação do seu seguro.

A franquia é obrigatória somente se você optar por usar seu seguro para consertar seu próprio carro. Sabendo disso, se você não quer pagar a franquia ou o conserto do seu carro não chegou a atingir a franquia, você pode optar por acionar o seguro somente para o conserto do carro do terceiro. Não existe obrigatoriedade de acionar o seguro para seu carro para poder acionar a cobertura para o terceiro.

O seguro sempre cobrirá o dano causado a terceiro?

Muitas pessoas nos perguntam se o seguro sempre pagará o dano ao terceiro ou se há situações em que a seguradora pode negar o pagamento.

O pré-requisito básica para haver cobertura é que os danos ao terceiro tenham sido causados pelo segurado. Ou seja, se a culpa não tiver sido do segurado, os prejuízos das demais pessoas não serão cobertos pelo seguro do segurado.

Para que os danos sejam considerados de responsabilidade do segurado, é importante ressaltar algumas coisas:

  1. É necessário que o segurado assuma a culpa. Mesmo que a culpa seja obviamente dele, se ele se negar a usar a cobertura de terceiros a seguradora não tem autonomia para pagar a indenização sem autorização e nem pode obrigar o segurado a fazer isso.
  2. A análise da seguradora precisa concluir que foi culpa do motorista segurado. Se o segurado assumir a culpa mas a análise da seguradora concluir o contrário, ela poderá negar cobertura.
  3. O seguro cobrirá os danos ao terceiro até o limite máximo da indenização contratada na cobertura de terceiros do seguro de carro. Se os custos do terceiro ultrapassarem o limite contratado, o excedente fica a cargo do responsável pelo acidente.

Como funciona o pagamento da indenização na cobertura de terceiros?

Para o terceiro receber a indenização do seguro do responsável pelo acidente, é necessário abrir um sinistro na seguradora como terceiro. Serão solicitados alguns documentos pessoais, documentos do veículo e orçamento do conserto da oficina.

Sendo constatada perda parcial, passível de conserto, a seguradora pagará o conserto diretamente para a oficina. Vale ressaltar que em oficinas referenciadas a garantia do serviço é dada tanto pela oficina quanto pela seguradora. Já em oficinas de livre-escolha do terceiro, a garantia é somente da oficina (sem responsabilidade da seguradora) e é necessário haver entre seguradora e oficina sobre os valores do orçamento.

Por outro lado, se for constatada perda total, a seguradora pagará indenização integral. Como não há cláusula contratual que determine qual referência a seguradora deve usar para indenização integral de terceiros, ela poderá propor ao terceiro pagar o valor da Tabela FIPE ou conforme pesquisa de mercado feita pela seguradora. Sobre este assunto recomendamos este post: “Seguradora pode recusar pagar Tabela FIPE?”

Seguro somente de terceiros

Existe uma opção de seguro simplificado que é bastante procurada por proprietários de carros antigos ou de difícil aceitação nas seguradoras, como carros off road ou carros blindados com mais de 05 anos. É o seguro somente de terceiros. E

le funciona exatamente como a cobertura que descrevemos acima. A diferença para o seguro total em termos de cobertura é que não haverá cobertura para o carro do próprio segurado.

Nosso seguro somente de terceiros é muito mais barato, não precisa de perfil de risco, não precisa fazer vistoria e ainda tem Assistência 24h! É uma ótima oportunidade para quem não quer abrir mão de segurança no trânsito, mas precisa economizar.

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Sobre Jessica

Formada em Ciências Econômicas (UNICAMP), com MBA Executivo em Trends Innovation (Inova Business School), atualmente faz extensão universitária em Direito e Economia (UNICAMP). É desenvolvedora da Muquirana Seguros Online, projeto inovador focado no atendimento humanizado por meio da internet. Atua como Gestora na DM4 Corretora de Seguros, associada do Grupo Exalt, maior grupo de corretores de Campinas e Região.
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1.125 Responses to Seguro de danos a terceiros no automóvel: como funciona?

  1. Daniel Lopes diz:

    O segurado bateu no meu carro após mudar repentinamente a trajetória. Apesar do segurado ter assumido a culpa, a seguradora se nega a indenizar meu prejuízo (terceiro), alegando “culpa concorrente”. O que devo fazer?

    • Jessica diz:

      Daniel, boa tarde!

      Peço desculpas pela demora em responder, recebemos muitas dúvidas este mês!

      Recomendamos fazer o croqui do local do acidente, observando de quem era a preferencial. Se estiver evidente que a preferencial era sua, use isto como argumento. Se não estiver claro de quem era a preferencial, é recomendável conversar com o segurado para ele insistir com a seguradora que se considera culpado, preferencialmente com ajuda do corretor de seguros dele para intermediar o sinistro, e tentar reverter a recusa.

      Se a recusa se mantiver mesmo após essas tentativas, recomendamos consultar um advogado.

      Apoie nosso projeto e se inscreva em nosso canal no Youtube. Assista vídeo aqui: https://youtu.be/yx53w16XnbY

      Atenciosamente,

  2. Jane diz:

    Sou terceiro e meu carro deu perda total. A segurada assumiu a responsabilidade e acionou o seguro dela.
    Entre o dia do sinistro e a data do pagamento da indenização tive despesas com Uber (locomoção), para o trabalho, mercado, e do trabalho para casa. A seguradora não quer ressarcir. Como eu faço?

    • Jessica diz:

      Jane, boa tarde!

      Desculpe a demora em responder, recebemos muitas dúvidas este mês!

      Nossa recomendação é solicitar à seguradora o ressarcimento dessas despesas por meio da cobertura de danos materiais a terceiros, apresentando os comprovantes dos gastos. Se não houver aceitação desta maneira, é necessário buscar um acordo diretamente com o causador ou, em último caso, checar nas Pequenas Causas.

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      Atenciosamente,

  3. Tandara Martins diz:

    Boa tarde, tudo bem?
    No último sábado (01/07/2017) o carro da minha mãe estava parado na porta de casa, quando veio um outro veículo e bateu nele, hoje (05/07/2017) o seguro do rapaz que causou o acidente veio buscar o carro para fazer vistoria, constatando assim perda total do veículo. A seguradora ja afirmou que efetuará o pagamento total do carro, se baseando pela tabela FIPE e que entrará em contato nos próximos dias. Minha dúvida é a seguinte: o carro não está no nome da minha mãe, ela comprove não foi feita a transferência, ela terá algum problema para receber? Qual o procedimento?

    • Jessica diz:

      Tandara, boa tarde!

      Desculpe a demora em responder, recebemos muitas dúvidas este mês e só estou conseguindo finalizar agora!

      A indenização integral é paga ao proprietário que consta no documento do veículo. Para ser pago a terceiro é necessário autorização expressa do proprietário e que ele assine o CRV. Se não for possível localizar o proprietário, será necessário informar à seguradora para checar qual o procedimento possível, contudo existem situações em que não é possível pagar a indenização devido a impossibilidade de localizar o proprietário.

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      Atenciosamente,

  4. Mauricio Messias diz:

    Bateram em meu carro, (seguro de terceiro) no ano passado, e apenas esse no dia 30/06 que recebi o valor da indenização, porem eles cobraram o IPVA do ano de 2017. Isso é correto?

    • Jessica diz:

      Maurício, boa tarde!

      Se a baixa do veículo no DETRAN só ocorreu este ano, a cobrança do IPVA de fato ocorrerá.
      Se o atraso na indenização foi decorrente de procedimentos da seguradora do causador, é possível pleitear que ela arque com esse valor. Recomendamos apresentar a solicitação, que estará sujeita à análise. Se mantiverem a cobrança e o senhor não estiver de acordo, recomendamos abrir reclamação no SAC e na Ouvidoria e, se necessário, buscar as Pequenas Causas.
      Se o atraso na indenização foi por responsabilidade de outra parte que não a seguradora (por exemplo, se o carro é financiado e a financeira demorou para fazer baixa do gravame etc.), em princípio a seguradora não se responsabiliza.

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      Atenciosamente,

  5. Doli diz:

    Um ônibus bateu no meu carro. Fiz todos os procedimentos. Inclusive foi feita vistoria pelo perito na oficina no valor de 6.500,00. Porém antes que fizesse o serviço entrei em discordância com a minha oficina e retirei o veículo. Falei diretamente com a seguradora. Ofereceram uma referenciada porém muito distante então me ofereceram ressarcimento do valor no entanto de 3.250,00. A metade do serviço aprovado para fazer na oficina e não querem mesmo depois de reclamar me pagarem o valor que o próprio perito orçou. Diz que não são obrigados. Isso procede???

    • Jessica diz:

      Doli, boa tarde!

      Cada vez que o veículo é removido para nova oficina é iniciado novo processo de análise, de modo que o anterior não tem mais validade.
      De fato é necessário novo processo de negociação e aprovação.

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      Atenciosamente,

      • Doli diz:

        Não quero mais fazer nova vistoria. Estou tentando negociar direto com a seguradora para restituir o valor das minhas avarias e eu me responsabilizo daqui pra frente. O problema é que eles só querem pagar metade do que eles mesmos avaliaram de prejuízo. Isso procede???

        • Jessica diz:

          Doli, boa tarde!

          Desculpe a demora em responder! Recebemos muitas dúvidas esses dias!
          Como é iniciada nova negociação, pode ocorrer de a nova proposta ser distinta da anterior. Se a diferença é muito grande, é necessário justificativa plausível. Recomendamos solicitar à seguradora qual a referência da nova proposta, para o senhor entender no que eles estão se baseando e assim conseguir fazer uma contra-proposta.

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          Atenciosamente,

  6. Jary diz:

    Gostaria de saber se baterem no meu carro que tem seguro, o tenho que fazer?

    • Jessica diz:

      Jary, bom dia!

      O senhor deverá definir se acionará seu próprio seguro ou se o causador concorda em cobrir seus prejuízos como terceiro no seguro dele.
      Feita essa definição, o próximo passo é fazer abertura do processo de sinistro (como segurado ou como terceiro) e dar andamento nos processos de vistoria, orçamento, envio de documentação etc.

      Recomendamos sempre solicitar ajuda do corretor de seguros responsável para abrir o sinistro e intermediar o processo, pois fica tudo mais claro e tranquilo.

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      Atenciosamente,

  7. josé filipini junior diz:

    boa tarde , um caminhão de uma empresa de combustivel bateu no meu caminhão destruindo toda a cabine , o primeiro perito queria o conserto, mas como não concordamos com a forma que iriam consertar pois se trata de um caminhão 2014 com baixo KM , o conserto depreciaria muito , ai resolveram mandar outro perito que constatou que seria inviavel o conserto e deu PT , mas a seguradora assumiu pagar o caminhão , mas não quer pagar o lucro cessante, pois o faturamento e alto, faz 60 dias que estou parado.

    • Jessica diz:

      José, boa tarde!

      Recomendamos solicitar ajuda do corretor de seguros responsável pela apólice do causador para argumentar com a seguradora que o veículo era usada como fonte de renda. É importante apresentar o comprovantes de renda para reforçar o argumento.
      Se mesmo após essa argumentação e apresentação dos comprovantes de renda for mantida a negativa de cobertura para lucros cessantes, recomendamos negociar diretamente com o causador. Não havendo acordo também desta maneira, a recomendação e buscar instrução de um advogado ou as Pequenas Causas.

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      Atenciosamente,

  8. Rodrigo diz:

    Bom dia!tenho um caminhão de cacamba poliguindaste,tive um problema q frei ando o caminhão ,a Cacamba veio a escapar das correntes e chegar a pegar no carro ao lado e quebrar o vidro traseiro e estragar um pouco a lateral ,acionei o seguro para terceiros só q a minha seguradora negou o sinistro alegando ,depreciação de bens ,falha mecânica ou falha técnica q tem uma cláusula ,só q o caminhão e o aparelho foram comprados novos os dois estão assegurados e não fizeram nem perícia ,está tudo em perfeito estado de conservação ,o consertou ficou 2.300,00 dizem q não vão pagar o q vc me aconselha por favor obrigado!

    • Jessica diz:

      Rodrigo, boa tarde!

      Recomendamos solicitar ao corretor responsável pela apólice para intermediar o sinistro e lhe ajudar na contra-argumentação.
      Uma maneira é provar que tratam-se de caminhão e equipamento novos, apresentando nota fiscal da compra. Se a recusa se mantiver, pode-se solicitar o laudo que constate essa falha mecânica/técnica e/ou depreciação para entender quais os critérios utilizados pela seguradora e solicitar uma nova análise com perícia presencial para que vejam as reais condições do veículo.

      Mantendo-se a recusa mesmo após essas tentativas recomendamos solicitar ao corretor para checar se há mais alguma margem de atuação. Tendo esgotado todas as possibilidades, a recomendação é recorrer nas Pequenas Causas.

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  9. David Jhonatan Ribeiro diz:

    Bateram no meu carro, a pessoa tem seguro e assumiu a culpa, mas não estão querendo pagar para mim , pois o carro não está no meu nome e o dut está assinado, mas tenho uma procuração feita em meu nome! Tem como fazer o termo de acordo no nome do proprietário mas a conta bancária usar de outra pessoa? Ou é obrigatório usar a conta da pessoa que vai assinar o termo de acordo ?

    • Jessica diz:

      David, boa tarde!

      Como não estamos a par do sinistro em questão, não temos todas informações necessárias para instruí-lo da melhor maneira, sendo recomendável solicitar para o corretor responsável pela apólice, que está intermediando o sinistro, checar toda documentação e lhe orientar.
      Mas de modo geral o que podemos dizer é que a indenização é paga ao proprietário que consta no documento. Ainda que haja uma procuração que autorize a transferência de propriedade, não necessariamente ela autoriza que a seguradora pague a indenização a pessoa diferente do proprietário que consta no documento. Por isso nossa recomendação, num primeiro momento, seria verificar com a seguradora quais os documentos necessários para que seja autorizado pagamento a terceiro – entre as seguradoras com aceitação para esse tipo de procedimento, geralmente solicita-se carta autenticada ou procuração do antigo proprietário autorizando a transação.

      Se a seguradora não aceitar este procedimento, de fato deverá ser pago ao proprietário.

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      Atenciosamente,

  10. Willian José Ferreira diz:

    Bom dia, sofri um acidente quando ia do trabalho pra casa, vou ficar afastado e não tenho como pagar minhas contas, porque com o Brasil na situação atual nao estou conseguindo um agendamento de perícia médica so consegui pra daqui a dois meses então nesse o meio tempo tenho algum diretor de receber do seguro do veículo envolvido causador alguma indenização. Eu fraturei a clavícula e vou passar por cirurgia.como devo agir neste caso.

    • Jessica diz:

      Willian, bom dia!

      Primeiramente desejamos que fique bem!

      Recomendamos solicitar ao causador para dar entrada na cobertura de danos corporais a terceiros.
      A cobertura de reembolso por despesas médico-hospitalares e/ou indenização por lesão permanente estarão sujeitos a, primeiro, o senhor dar entrada e receber do seguro obrigatório DPVAT, para depois o seguro cobrir a diferença.
      Para outros tipos de prejuízos, é necessário fazer o requerimento à seguradora do causador para análise.

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      Atenciosamente,

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